terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Será?

Eram apenas 8 horas da noite de uma sexta-feira. Meu telefone tocou. Não reconheci o número e resolvi não atender. Estava cansado de uma semana inteira de trabalho. Não queria ouvir ou ver ninguém. Queria ficar em casa em plena sexta-feira. O telefone tocou mais duas vezes ainda. O mesmo número que desconhecia. O céu estava nublado e um vento frio entrava na minha sala. Estava frio, muito frio, mas não ousei levantar para fechar a janela. Amo o frio. Adoro sentir meu corpo arrepiar e meus músculos travarem quando um vento gélido toca meu corpo. O telefone já não tocou mais. Já eram oito e meia. Na televisão passava algo que não fazia a menor questão de assistir. Estava com meu livro no colo esperando a vontade de ler. Esperava minha mente relaxar para criar um mundo de acordo com o que escritor me detalhava. Dei uma cochilada de uns 10 minutos e pronto, estava com meu cérebro pronto para ver um mundo novo. Peguei o livro e na primeira frase meu interfone toca. Preciso atender o interfone. Pode ser o porteiro querendo avisar sobre incêndio ou sobre uma outra coisa menos trágica. Sim, era o porteiro, mas não havia incêndio e sim uma coisa menos trágica. Ou talvez não. Era uma amiga que estava na porta querendo subir. Júlia. Júlia era uma amiga de faculdade com quem tive um pequeno romance de 2 dias. Sempre nos encontrávamos pelos bares e festa da cidade. Nunca mais tivemos nada. Já não éramos tão amigos assim. Liberei a entrada dela e fiquei pensando o que poderia ter trazido Júlia para minha casa se nem ao menos tinha lhe dado o endereço. Com quem tinha conseguido?

A campainha tocou e olhei no olho mágico. Era ela com um cabelo preto enrolado e seu rosto pálido de quem nunca se interessou pelo sol. Abri a porta e reparei ela de cima a baixo. Vestia um vestido azul-marinho e uma sapatilha tipo boneca. Estava realmente muito bonita e atraente. Abri um sorriso e ela me retribuiu. Deu-me um beijo ao mesmo tempo em que dizia que tinha conseguido meu endereço com o João. Não me interessava saber quem tinha lhe dado o endereço e sim o motivo da inesperada visita. Descobri que ela estava bebendo com João num bar aqui e perto e que ele mostrara onde eu residia. Ela resolveu aparecer. Trouxe cerveja, cigarros e pizza. Parecia que ia ficar uma semana. Pedi que ela ficasse à vontade, fechei um pouco a janela e tornei a sentar no sofá. Ela foi à direção á cozinha. Colocou a pizza no forno, a cerveja na geladeira. Voltou trazendo um cigarro acesso e uma cerveja aberta com dois copos e sentou-se ao meu lado. Fizemos um brinde. Eu brindei à nós e ela à nossa noite. Júlia estava linda. Júlia era linda e nessa noite estava sensual. Seu vestido era um pouco mais curto que estava habituada a usar. Seus seios tinham crescido e suas pernas, à mostra, estavam levemente torneadas. Senti um frio me subir pelo corpo. A janela estava fechada. Não era o vento. Enquanto ela falava, eu não conseguia parar de olhar para suas pernas e seus seios. Ela percebeu e fez questão de dobrar as pernas para dentro do sofá de modo que aparecesse um pedaço branco de sua calcinha. Olhei e ela sorriu. Um sorriso de vitória. Conseguiu o que queria. Deixar-me excitado. Ela levantou, puxou o vestido para baixo e voltou com mais cerveja. Naquela hora eu queria beber. Queria que a bebida sumisse com minha timidez e que pudesse mostrar a ela o quando estava com tesão. Bebi o copo numa vontade de ficar bêbado e novamente ela sorriu pra mim. Ela sentou mais perto de mim e começou a falar sobre minha aparência bem diferente do que era antes. Passou a mão no meu rosto e foi descendo. Com a ponta dos dedos acariciou meus mamilos e começou a beijar meu pescoço. Meu pau endureceu na hora. Enquanto ela me beijava eu olhava aquelas pernas. Minha mão parou no joelho dela e lentamente fui subindo por entre suas pernas. A mão dela descia pelo meu corpo na mesma proporção que a minha subia por entre as pernas dela. Enfim sua mão tocou meu pau. Estava duro como rocha. Ela gemeu no meu ouvido. Não conseguia subir mais minha mão. Não conseguia chegar em sua vagina. Ela abriu mais as pernas e puxou minha mão para dentro de sua calcinha. Senti aquele órgão molhado. Seu clitóris estava duro e pulsava lento. Meu corpo estremeceu. Ela se levantou e sentou no meu colo com as pernas abertas de um jeito que sua buceta tocava meu pau. Ela voltou a beijar meu pescoço enquanto tirava minha blusa. Foi descendo sua boca em direção ao meu peito dando mordidas leves. Fazia questão de se mexer para que meu pau roçasse na sua buceta. Já não agüentava mais. Queria arrancar aquela calcinha e penetrar naquela buceta molhada. Foder com ela de vestido mesmo. Queria sentir aquela buceta quente. Esbocei uma reação parecida, mas ela não deixou. Apenas sorriu e disse que tinha mais a ser feito. Continuou a beijar meu corpo e descendo cada vez mais e afastando sua buceta de meu pau duro como pedra. Ajoelhou no chão e puxou minha bermuda com força. Meu pau nem se mexeu. Estava duro. Tão duro que doía. Ela o agarrou com umas das mãos e lambeu do meu saco até a cabeça do pau. Aquela língua quente quase me fez gozar. Meu pau latejou com força e ela o engoliu com toda vontade. Chupava de fazer barulho e gemia alto. Meu pau latejou de novo como se estivesse gozando. Ela sentiu e tirou sua boca. Ficou de pé em frente a mim e tirou sua calcinha. Virou de costa e sentou bem devagar no meu colo fazendo com que meu pau penetrasse naquela buceta quente. Foi até o final e deu um gemido alto enquanto apertava minhas pernas com força. Eu a segurava pela cintura com uma das mãos enquanto a outra tentava virar seu rosto para mim. Queria ver aquela cara de tesão enquanto meu pau deslizava naquela buceta. Apertava a cintura dela com força. Estava quase gozando. Ela levantou e me jogou no sofá. Sentou com vontade no meu pau, mas agora de frente pra mim. Fazia uma cara de quem estava se derretendo toda. Gemia alto e mordia as mãos. Ela continuava a rebolar com vontade. Não agüentava mais segurar. Apertei suas pernas mais ainda, gemi alto e disse que ia gozar. Ela de imediato se levantou e pôs a boca em meu pau. Continuou a me chupar e enfim eu gozei. Minhas pernas ficaram dormentes e meu saco parecia que ia explodir. Ela botou meu pau todo na boca enquanto ele latejava jogando esperma em sua garganta. Terminei de gozar e ela levantou o rosto, abriu a boca para me mostrar que havia engolido tudo aquilo que derramei e sorriu. Subiu o corpo sobre mim e me deu um beijo leve no pescoço. Levantou do sofá, abaixou o vestido e disse: Será que a pizza está pronta?

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